sábado, 5 de agosto de 2017

AI  WEWEI

É difícil encontrar um homem que goste tanto da liberdade como Ai Weiwei (Pequim, 1957). Pelo menos é essa a sensação que o conhecido artista chinês nos passa, que há anos sofre a repressão em seu país e em 2011 ficou preso durante três meses por sua oposição ao regime. Em 2015 recuperou seu passaporte. E agora é imparável em sua nova vida. Basta vê-lo passear por Buenos Aires para entender sua dimensão dupla de artista consagrado – é parado constantemente para tirar fotos – e ao mesmo tempo um homem livre. Ai viajou à capital argentina para preparar uma grande exposição que será realizada na Fundação Proa, o grande museu particular no bairro da Boca, o mais popular da cidade.
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Carlos E. Cué, El País,Buenos Aires, 01/08/2017, 12:03 hs

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